O nome desta obra é "Fairy Lullaby I" e ainda está em desenvolvimento. O seu esboço foi feito à garfite, e para colori-lo, utilizei o Photoshop CS3 e inúmeras camadas de elementos e cores. Por isso preciso fazer um upgrade no meu processador (aliás, em todo o meu PC) antes de continuar esta minha arte digital, que, para quem entende do assunto, demora muito tempo para abrir e salvar.
Esta obra está inserida em um universo fantasioso que estou criando para obras futuras, tanto pictóricas quanto literárias. Apesar de usar este primeira trabalho infantil para ilustrá-lo, o seu contexto não será nenhum Sítio do Pica-pau Amarelo (nada contra, estou apenas exemplificando a literatura infantil). Seu gênero, a Fantasy Art, ainda é chamado aqui no Brasil de Arte Fantástica, mas diferente desta, é restrita a universos racionais, como na conhecida obra épica de J.R.R Tolkien, O Senhor dos Anéis. Podemos dizer que uma obra definida como Fantasy Art também é uma Arte Fantástica, mas não o contrário. Um exemplo são os trabalhos oníricos de Salvador Dalí. Eles não seriam classificados como Fantasy Art pois estão inseridos em um universo sem regras relacionados ao sonho. Diferentemente das obras do espanhol Luis Royo que podem ser classificadas como ambas e são ilustrações de estórias fictícias para jogos de RPG e de carta.
A Fantasy Art está intimamente ligada à literatura de mesmo gênero, senão, é mesmo fruto dela. Então, posso dizer que não fosse as estórias de elfos e fadas, e até de Deus (desculpe-me o religiosos), a Fantasy Art não existiria.
Genericamente, obras de ficção científica, horror, ou, enfim, ficção especulativa também se enquadram nesse gênero. Quem quiser conhecer um pouco mais da Fantasy Art amadora pode visitar o site da ElfWood.
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